Raça holandesa é aposta da bovinocultura brasileira

O Brasil ocupa atualmente uma posição mundial de destaque na produtividade leiteira e de seus derivados. Somos o sexto país neste quesito, sendo que nos últimos dez anos aumentou em 50% a produção, gerando mais de 33 bilhões de litros de leite anualmente.

Tal expressividade, no entanto, não foi obra do acaso. Muito foi investido em melhoramento genético, técnicas de reprodução e manejo, sendo que o setor persegue resultados melhores para os próximos anos.

Mesmo diante destes números expressivos e das perspectivas otimistas, há muitos produtores no país que utilizam animais com baixa aptidão genética para a produção leiteira.

Sendo assim, o investimento em raças nobres pode ser o caminho daqui pra frente, de acordo com vários especialistas, em prol da expansão da nossa produção e aumento das exportações.

A raça holandesa, sem dúvida, insere-se neste contexto, já que produtores vêm obtendo resultados satisfatórios.

Trata-se de um animal com longos períodos de lactação, sendo referência em cruzamentos com outras raças, como Gir e Guzerá, além de docilidade, facilidade no manejo e adaptação a vários tipos de climas e ambientes.

Atualmente existem cerca de 2 milhões de animais registrados desta raça no Brasil, sendo que há ótimas perspectivas para o aumento deste número nos próximos anos.

 

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Fonte: Clube amigos do campo

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