Ração de batata-doce reduz custos e garante renda para avicultores

Ração de batata-doce é mais econômica. Tubérculo é excelente fonte de energia para aves, beneficia meio ambiente e tem menor custo

A ração convencional tem como base o milho, tido como fonte de energia para os animais. Mas este tem sido substituído por outra fonte de energia, a batata doce. O nutriente possui  menor custo e é ainda uma forma de aproveitar os resíduos disponíveis nas propriedades rurais, além de garantir agregação de valor à agricultura familiar. Segundo a Embrapa Clima Temperado, o uso do tubérculo é indicado principalmente na formulação de rações para frangos coloniais.

Trocar o milho por batata-doce é a estratégia para diminuir custos para o produtor, ter maior renda de produção, simplificar a oferta de alimento às aves, facilitar o manejo e contribuir com a preservação do meio ambiente.

Como o produtor já costuma produzir a bata doce, o que se faz é aproveitar os resíduos que não servem para ser comercializados. Ou seja, o produtor pode comercializar para consumo humano o alimento em tamanho médio e bom aspecto para consumo, já o farelo ou farinha será feito a partir do alimento que fica na lavoura. Aproveitando o que se tornaria lixo, o custo da ração será bem mais baixo.

Para o agricultor familiar que cultiva batata-doce o uso dos resíduos é mais conveniente que a aquisição de milho, ou mesmo do plantio do milho. A sua utilização permite que o produtor tenha maior renda e ainda diversifica a oferta de alimentos para os consumidores, através da produção de frangos coloniais.

Além disso, ganhos ambientais também são destacados como a diminuição da viagem dos insumos (o milho), menor aplicação de agroquímicos e aproveitamento do produto em toda sua potencialidade (resíduos da batata-doce).

A farinha da bata doce, armazenada em condições adequadas dura até dois anos. O preparo passa pelo processo de trituração, secagem ao sol, moagem e embalagem em sacos plásticos. O farelo deve ser acrescido de vitaminas, minerais, proteínas e aminoácidos.

 

Fonte: Embrapa

Adaptação: Revista Agropecuária

 

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