Biopesticidas podem substituir agrotóxicos

Os agrotóxicos, apesar de exercer um papel relativamente importante no combate as pragas, ervas daninhas, fungos e vermes das plantações, além de ajudar a suprir uma demanda crescente por alimentos, são prejudiciais a nossa saúde e ao meio ambiente. Neste último, além da contaminação de rios e lençóis freáticos, pode prejudicar o solo e a sua fertilidade, por reduzir a eficiência de sua fixação de nitrogênio. 

Desta maneira, especialistas já apontam sobre a necessidade de se percorrer um caminho ecologicamente correto, ou seja, a substituição destes produtos pelo uso de biopesticidas.

Estes produtos, feitos a base de microorganismos ou derivados de plantas geneticamente modificadas, foram desenvolvidos cientificamente como solução em prol da qualidade de vida das pessoas e do meio ambiente, por não serem tão perniciosos como os agrotóxicos. Eles agem através do odor, que repelem os insetos, sem causar maiores problemas. Podem ainda ser utilizado em quantidades menores, além de se decompor rapidamente.

Em países africanos, por exemplo, o uso destas substâncias vem obtendo ótimos resultados no combate as pragas como gafanhotos. Os produtos são feitos a base da mistura de óleo mineral e esporos de fungo.

É preciso, portanto, que o Brasil siga o exemplo dos Estados Unidos nesta questão, pois o uso de biopesticida por lá é totalmente apoiado e resguardado pelo poder público, que investe amplamente no desenvolvimento de pesquisas e utilização do produto.

 

Técnicas de defensivos são procuradas nessas situações para o maior sucesso do trabalho em campo. Saiba mais.

Fonte: Ecycle

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