Expressividade da bovinocultura brasileira depende de investimentos contra doenças

O rebanho bovino brasileiro atingiu a marca de 215 milhões de cabeças de gado, com destaque para o Centro Oeste, de acordo com dados atualizados do IBGE. É, portanto, um dos segmentos mais importantes de nossa economia, responsável por parte expressiva do PIB, ocupando as primeiras colocações no ranking de produção e exportação. 

Diante disso, a preocupação contra doenças é constante neste segmento, que investe milhões para garantir a qualidade da produção.

Bactérias são as grandes responsáveis pela Brucelose e Tuberculose, doenças que possuem difícil tratamento e vem causando muitos prejuízos. Os fungos são também grandes problemas, já que podem causar doenças na pele dos animais, como a dermatomicose, dentre outras.

E, por fim, os vírus, os principais responsáveis por doenças, trazem enormes transtornos periodicamente. Temos muitos casos de epidemias generalizadas, em virtude da facilidade de transmissão, como a febre aftosa, atualmente controlada.

Os investimentos em vacinas, mão de obra, manejo e conhecimento a respeito destas doenças, sempre ocuparão um lugar de destaque nos projetos administrativos deste segmento.

Você produtor ou profissional veterinário que atua com a bovinocultura aprenda na prática os métodos que facilitam a observação dos sinais demonstrados no decorrer de estados patológicos dos animais e não tenha prejuízos com sua produção. Confira.

Fonte: Clube amigos do campo

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