Balanço dos abates no setor de carnes do país no primeiro trimestre

O Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) divulgou nesta quarta, dia 27, balanço dos abates no setor de carnes do país no primeiro trimestre. Houve queda de 2% e de 2,8% para bovinos e suínos, respectivamente, em relação ao período anterior. Os abates de frangos cresceram 3,2%.

No período de janeiro a março, houve abate de 1,363 bilhão de cabeças de aves, com aumento de 4,3% em relação ao mesmo período do ano passado. O abate trimestral de frangos dos últimos cinco anos tem sido crescente, no comparativo dos mesmos trimestres de anos anteriores.

Nesse mesmo trimestre, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul somaram 58,8% do abate total, sendo também os três principais Estados no ranking nacional. Os maiores aumentos absolutos, em relação ao mesmo período de 2011, foram obtidos na seguinte proporção: Paraná 29,2; Mato Grosso 10,5; Rio Grande do Sul 10,1 e Minas Gerais 9,5, milhões de carcaças de frangos.

De acordo com pesquisa com 416 informantes, as carcaças do frango tiveram o peso acumulado (2,949 milhões de toneladas) de 3,2 e 6,2% mais alto que, respectivamente, no trimestre imediatamente anterior e no primeiro trimestre de 2011. Os Estados Roraima, Amapá, Maranhão e Rio Grande do Norte são os únicos que não possuem registro do abate de frangos sob algum tipo de inspeção sanitária.

De janeiro a março, também, foram abatidas 7,219 milhões de cabeças de bovinos. Comparado ao mesmo período de 2011, o aumento foi de 1,6%. Os 1.365 informantes são do abate de bovinos, distribuídos em todo o país.

Quanto à proporção de abate, a região Centro-Oeste respondeu por 38,5% à frente das regiões Norte (20,8%), Sudeste (19,2%), Sul (11,4%) e Nordeste (10,2%). Este é o segundo trimestre consecutivo em que a região Norte supera a região Sudeste no abate de bovinos, sobretudo pelas sucessivas quedas em São Paulo e da ascensão do abate em Rondônia.

O peso acumulado de carcaças bovinas foi de 2012 (1,681 milhão de toneladas), 3,9% menor que o registrado no trimestre anterior e 2,4% superior ao registrado no mesmo período de 2011. O peso médio (232,9 kg/carcaça) foi de 4,5 kg menor que no trimestre anterior e 1,7 kg maior do que no primeiro trimestre do ano passado.  O primeiro trimestre do ano é quando, geralmente, ocorre o menor peso médio de carcaça, devido à maior participação de vacas, mais leves que a de bois e novilhos.

Quanto aos suínos, de janeiro a março, foram abatidas 8,744 milhões de cabeças, com crescimento de 6,9% em relação ao mesmo intervalo de 2011. Segundo o IBGE, a série do abate trimestral de suínos dos últimos cinco anos mostra evolução crescente no comparativo anual dos mesmos trimestres. O abate desses animais no primeiro trimestre é tipicamente o menor do ano, sendo também inferior aos ocorridos nos dois trimestres imediatamente anteriores.

Em se tratando do abate nacional desses animais, a proporção por região foi: Sul 66,4%, Sudeste 16,7%, Centro-Oeste 15,7%, Nordeste 1,2% e Norte 0,1%. Todas as Unidades da Federação das regiões Sul, Sudeste (exceto Espírito Santo) e Centro-Oeste apresentaram aumento do número de cabeças abatidas no comparativo dos primeiros trimestres 2012/2011.

O peso acumulado das carcaças (830,106 mil toneladas) foi 4,9% inferior que o ocorrido no trimestre imediatamente anterior e 4,4% mais alto que o do mesmo período de 2011. A pesquisa envolveu 818 informantes. Os Estados Roraima, Amazonas e Amapá foram os únicos que não possuíam abate de suínos sob algum tipo de inspeção sanitária.

Fonte: Rural Br Adaptação: Revista Agropecuária    

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